quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

exta-feira, 22 de janeiro de 2010

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TEORIA BIOLÓGICA DA INVERSÃO.

TEORIA DA POTENCIALIDADE VITAL.

Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

ancelmoluizgraceli@hotmail.com

Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.



1- OS SERES MENORES PRODUZEM CAPACIDADES E POTENCIALIDADES MAIS ESPECÍFICAS PARA SUA SOBREVIVÊNCIA.

2- Pois, tem menos matéria e peso sobre funcionamento do seu organismo.

Numa proporção ao peso do animal pequeno em relação ao peso do homem.

Os animais pequenos têm uma vida e vitalização muito maior do que os animais maiores. Por que tem maior potencial vital e não levam sobre si o peso da matéria.

Como exemplo. Os menores têm mais tempo de vida.

Maior número de reprodução.

Maior quantidade de filhos por reprodução.

Maior locomoção.

Camuflagem.

Mimetismo.

Regeneração de membros.

Renovação celular.

Sistema de defesa e ataque maior do que os seres maiores.

Os organismos considerados mais complexos têm um menor potencial vital.

O organismo dos seres pequeno tem mais recursos do que os maiores.

3-AS CAPACIDADES VITAIS SÃO UMA CONSEQUÊNCIA DO POTENCIAL VITAL. E NÃO DE SERES COMPLEXOS.

Ou seja, uma proporção ao peso do ser, os seres menores tem maior potencial vital do que os maiores. E este potencial vital é usado pelos seres para a sobrevivência da própria vida no ser.


EXEMPLO.

Exemplo. Um homem de setenta quilos na fase adulta equivalerá a 3.500 pássaros de 20 gramas.

E se o homem vive setenta anos e o pássaro vive 5 anos.

 Logo, em relação ao peso entre os dois, o pássaro vive muito mais.

4- NESTA INVERSÃO AO PESO. TODOS OS FENÔMENOS VITAIS E FUNÇÕES DOS MENORES SERES SÃO MAIORES DO QUE OS SERES DE MAIOR PESO.


Assim, conclui-se que a quantidade de matéria sobre o corpo serve como impedimento para as potencialidades vitais venham a se desenvolver.

5- ENQUANTO OS ORGANISMOS GANHAM EM COMPLEXIDADE E TAMANHO PERDE EM FUNCIONALIDADE DO POTENCIAL VITAL.

ESTE É O PRINCÍPIO DA INVERSÃO.


Os seres menores não se reproduzem em maior quantidade por que vão servir para uma cadeia alimentar. Mas sim, a sua maior reprodução é maior porque tem maior potencial vital para a reprodução. Como também para todas as outras funções.


A natureza não se desenvolve em função de uma evolução ou de uma seleção natural, onde os seres mais fortes é que sobrevivem.

6- Mas, sim a natureza se desenvolve em função da manutenção da vida através de seu potencial vital.

E que os seres considerados mais complexos e maiores pagam o preço de seu desenvolvimento e de seu peso.

Que é matéria sobre o seu corpo e o organismo.

Ou seja, a quantidade de matéria sobre o corpo diminui o potencial vital. Pois a vida é um elemento da realidade e da natureza que está além da matéria e do corpo do organismo.


7- CONFORME O PESO O SER PERDE FUNCIONALIDADE DO POTENCIAL VITAL.



A vida é mais um elemento da realidade. E independe da matéria, pois os espíritos vivem sem a matéria.

Pois, é um elemento como a matéria, o espaço, e outros elementos.



CONCLUSÃO.


1- OS SERES E ESPÉCIES NÃO SÃO PRODUTO DE UMA EVOLUÇÃO, MAS SIM DE UMA POTENCIALIDADE VITAL INTERNA E UM PROCESSO DE PRODUÇÃO VITAL.

Pois, vemos os animais mudando de cores instantaneamente para se protegerem.

Outros, regenerando partes. Vaga-lumes e cupins produzindo luzes, enguias produzindo energia. Outros produzindo e expelindo odores. Outros produzindo espinhos sobre o corpo para se protegerem. Outros mudando de cores durante o acasalamento para a reprodução e ato sexual.

E vários outros fenômenos.

Conclusão 2.

Ou seja, o potencial de recursos produzidos pela vida é imenso e VARIA CONFORME A VONTADE, POTENCIALIDADE VITAL DE CADA SER, QUE OS DESENVOLVE PARA A SUA SOBREVIVÊNCIA E A TRANSCENDÊNCIA E PERPETUAÇÃO DA VIDA.



Conclusão 3.
E ESTA POTENCIALIDADE PERDE FUNCIONALIDADE CONFORME O SER AUMENTA DE PESO.


Conclusão 4.
OU SEJA, A MATÉRIA TRABALHA CONTRA A VIDA E SEU POTENCIAL VITAL.

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ESTATICIDADE E POTENCIALIDADE VITAL.

VIDA VERSUS A MATÉRIA.

A VIDA É UM ELEMENTO DA REALIDADE COMO É A MATÉRIA, O ESPAÇO, A MENTE, A FORMA, A LÓGICA, E OUTROS.


OU SEJA, A VIDA É UNA NA SUA ESSÊNCIA DE SER, MAS SE MULTIPLICA PELA REPRODUÇÃO, E AUMENTA O SEU POTENCIAL VITAL PARA A TRANSCENDENTALIDADE E ETERNIZAÇÃO DA PRÓPRIA VIDA.

A VIDA CONTÉM EM SI UMA RACIONALIDADE PRÓPRIA, UM DIRECIONAMENTO PROGRAMADO, E PODERES E POTENCIALIDADES.

Assim, se ela em si é una, logo como forma de ser da realidade ela estática na sua essência de ser, porém, ela aumenta em quantidade e em potencialidade vital.


Porém, a vida tem um problema a vencer, que é a matéria.

Pois, formas de vida como os espíritos e seres com pouca matéria vivem mais que os com grandes quantidades de matéria. [ver teoria de biologia da inversão].

1        Assim, a vida tem a sua própria essência e natureza. Ela apenas está inserida na matéria para que possa perpetuar.


2-A vida não segue uma seleção natural, pois os menores são em maior número, são mais capazes, mais sexuados e reprodutores e com maior potencial de renovação celular, produção de energia pelos ribossomos, regeneração e transcendência.

3- A vida existe na sua essência de ser para continuar, aprimorar e transcender. [ou seja, há um propósito metaexistencial por trás de vida e da vitalidade].


4-A vida é uma como elemento da realidade, que independe da matéria. É um outro ser, um outro componente da realidade. Mas cria mecanismos e aprimoramentos em si mesma para continuar na sua essência de ser e transcender.

O direcionamento programado, os mecanismos vitais, as potencialidades são faculdades da própria vida. Parte é imanente e parte é desenvolvida pela própria vida.


5-A vida como elemento da realidade não evolui ELA É UNA  E INALTERÁVEL, quando na sua condição de coisa em si e componente da realidade, mas se modifica conforme as suas potencialidades, que usa estas potencialidades no ser [matéria viva]. E que estas potencialidades produzem no ser suas funções, órgãos, metabolizações, mente, energia, e vários outros fenômenos. Inclusive os aprimoramentos.

[ver teoria da biologia craciológica graceliana. Teoria da vitalização graceliana. Teoria biológica da inversão].




A ORGANIZAÇÃO DA VIDA.


As abelhas, cupins, formigas, besouros tem uma sociedade voltada para as funções vitais e sociais desenvolvidas neles mesmos. E são programados para estas funções. Inclusive os tempos de vida de cada ser.

Ou seja, isto é uma prova de que o ser vive em função da própria vida e a transcendentalidade, aprimoramento e eternização da mesma. E não em função das espécies e do ser vivo.

Isto acontece com as abelhas machos e alguns tipos de aranhas.



Assim, a vida é una     estática na sua condição de ser em si. Porem é dinâmica na sua condição de programação e direcionamento vital, de aprimoramentos e aumento de quantidade de seres  através da reprodução. E aumento de espécies através da potencialidade vital.

Assim, o que são aflorados e desenvolvidos são as potencialidades que produzem as funções vitais, as funções reprodutivas, metabólicas e morfológicas, etc.


A VIDA É UMA COISA E O SER É OUTRA COISA.

O ser é o conjunto. Poder, potencialidade, direcionamento programado, matéria, funções e aprimoramentos. Etc.

A vida é um elemento no mundo e o ser é outro elemento.




CATEGORIAS DA VIDA.

1- A vida como coisa em si, que é estável, una   inabalável, constante, intranscendente [por que não muda], e eterna.


2-A vida como poder [geradora de si]. Direciona e rege o seu destino. Porem contém em si o poder divino.

3-A vida como potencialidade. Faculdade da vida que se encontra junto da matéria [ produz o ser]. Aprimorada, instável, transcendente [por que muda] para se eternizar, instável, inconstante, e não morre.


4-A vida como direcionamento programado – ajuda a rege o desenvolvimento, funcionamento e aprimoramento da vida.

5-A vida como fenômeno – junto a matéria [forma o ser vivo], transcendente e instável. Existencial limitada e temporal [morre com o ser].

Mas transpassa para os descendentes.

6-A vida como elo transcendental da própria vida e sua imanência.

7-A vida como consequência de propósito metafenomênico existencial.


A vida não é luta e angústia, mas um universo próprio que constrói a sua própria essência de ser para manter a sua existencialidade.


O ser é um produto da vida como coisa em si.


Assim, o ser se aprimora não por uma seleção natural das espécies, mas por um universo vital, potencialidades imanentes e poderes. E direcionamento vital imanente à vida, que trabalha para a sua transcendentalidade e eternização.


RACIONALISMO VITAL.

A primazia, a origem da razão está no universo vital. Pois antes do pensamento, da consciência, do inconsciente existe a RAZÃO VITAL  e o tudo racional surge desta razão vital e universo vital.

O tudo racional é todas as formas de racionalidade. Como a lógica, a mente, a psiquê, emoções, instintos, etc.

O universo vital cognitivo produz com a sua racionalidade produz a inconsciência, a consciência e a cognição. Que estrutura o conhecimento interno e do mundo externo, como também as suas ferramentas, as emoções e sentimentos, os instintos e sentimentos.


Este universo vital cognitivo que cria todas as ferramentas e suas funções para manter a vida, a sua imanência, transcendentalidade e eternização.

Assim, o homem não só um ser metafenomênico, mas vital racional.

Os animais também possuem o seu universo vital cognitivo e instintivo. Prova disto são as abelhas, cupins e outros que vivem em sociedade e cada um com a sua função. Inclusive os machos prontos a morrer para que a sociedade e a vida transpassem o tempo e perpetuam.




A memória e a vontade são originadas pela razão vital, que tem origem na razão vital, e tem origem no universo vital, que tem origem nos poderes e potencialidades.


O homem não é o sujeito, o agente, mas ele é o elo e o produto do que o produz, do que está dentro dele. Que é o universo vital e o propósito metafenomênico.

E antes do homem, de sua vontade, da sua racionalidade está a racionalidade vital, o universo vital de direcionamento próprio funcional e transcendental.

O ser é o que o produz. Ele só é o elo transcendental da vida. Pois, a vida continua, e lê fica. Desintegra-se.


A vida constrói as suas ferramentas para se manter na sua existencialidade.

E isto é uma racionalidade.

1- Saber que precisa construir as ferramentas para transcender, existir e perpetuar.

2- Criar mecanismos para a construção das ferramentas.

3- Saber que se não criar as ferramentas pode não existir.



A natureza vital não se processa, se aprimora e transcende por inconsciente ou vontade, mas por natureza metafenomênica, natureza vital e metafenomênica, e direcionamento próprio e interno.

E que é o agente de novas funções, órgãos, seres, espécies, elementos vitais e psíquicos.

Um elemento psíquico e a função de um órgão e o próprio órgão são ferramentas que trabalham em prol da vida.

E que são produções regidas pelo universo vital.


A reprodução não é o propósito máximo da vida, mas sim, o propósito Maximo da vida é a transcendentalidade da vida, que ocorre através da reprodução, renovação celular e divisão celular, regeneração, brotação, germinação.

Porém, o propósito máximo da vida é manter a vida na sua funcionalidade e transcendentalidade.

E para isto ela cria vários mecanismos e com funções especificas.

Assim, a morte não existe para o universo vital e para a vida. Pois a vida vence a morte. Transcende através da reprodução, renovação celular.

E o ser, que é o elo da vida que morre.

E o ser com maior quantidade de matéria morre mais rápido. Pois leva consigo a má funcionalidade da vida com tanta matéria [ver teoria biológica da inversão].

Assim, o mais forte instinto não é a reprodução e a renovação celular dentro do ser. Mas a manutenção da vida com todas as suas funções. Inclusive os instintos, reprodução, mente, racionalidade vital e mental, e a transcendentalidade.


A natureza vital não é a natureza do inconsciente, mas sim, a natureza do direcionamento funcional, ordenamento, aprimoramento organizado, poderes e potencialidades.

Ou seja, o universo vital não é um inconsciente, mas um direcionamento visível e objetivado, com finalidades a chegar e a concluir.


Que é manter a vida na sua essência transcendental.

A reprodução acontece não só por causa da perpetuação da espécie, e não por causa do prazer do individuo. Mas por causa do direcionamento programado para a transcendentalidade da vida e sua perpetuação.

A sexualidade não determina o inconsciente na puberdade. Não determina a personalidade do ser.

Pois, a sexualidade é só mais uma ferramenta criada pela vitalização e universo vital para manutenção e transcendentalidade da vida. Pois a vida é sábia e construiu  a ferramenta da sexualidade, renovação celular e outros mecanismos para manter a sua perpetuação.

Esta é mais uma prova da racionalidade da vida.

O ser é o que é através da vida que o produz.

A matéria não produz a vida. Pois a vida é um elemento da realidade e a matéria outro elemento.

Pois a matéria é um peso sobre a funcionalidade da vida. Pois como já foi visto, seres grandes têm menos reprodução e menor quantidade de filhos por reprodução. E vários outros fenômenos são maiores em seres menores.

Logo, o que o ser ganha em peso e tamanho perde em funcionalidade vital e suas potencialidades.


E o objetivo da vida é se perpetuar e não morrer, por isto que usa o ser, a reprodução e a renovação celular para transcender.

Pois a renovação celular dentro do ser tem a função da reprodução de vida, em escala ínfima, mas dentro do próprio ser. E não produzindo descendentes.

Esta renovação celular e produção de energia também são maiores nos seres menores.

Isto é, obedecendo à biologia da inversão.



A evolução também acontece não por causa de uma seleção natural. Mas por uma necessidade da transcendentalidade, que ao produzir mecanismos, potencialidades e funcionalidades, defesas, ataques, sistemas de reprodução, camuflagem e mimetismos para transcender e se manter na sua existência, a vida também se aprimora.

Por dois motivos.

1-Uma por direcionamento vital e programado para se aprimorar.

2-Outra por consequência de produzir mecanismos diversos para a manutenção e funcionalidade da vida.


Assim, a evolução acontece pela produção de funções através de direcionamentos vitais e produção de potencialidades para manter a vida, na sua transcendentalidade em aprimoramento para a sua eternidade.



Assim, a vida não trabalha para construir seres mais fortes e produzir uma seleção natural, mas sim, a vida trabalha para se manter vida e transcender. Criando assim, direcionamento vital, funcional, reprodutivo, órgãos, etc.

Isto acontece nos plantas, nos brotos, nos corais, fungos, animais, liquens, etc.


Assim, o que rege a vida é a racionalidade vital que sabe que para existir e transcender precisa criar mecanismos para si mesma.


Teoria da biologia da potencialidade. [inversão]. Teoria graceliana.


Teoria da evolução graceliana.


Quanto maior for um organismo, menor será a funcionalidade da potencialidade da vitalização.

Esta inversão ocorrerá em todos os fenômenos.

Principalmente. Na renovação celular.
 Reprodução. Produção de cheiros e hormônios na sexualidade.

Números e prole e quantidade de reprodução.

Produção de energia pelos ribossomos. Renovação de ribossomos e orgânulos.           

Sistemas de reconhecimento, de defeso e ataque.

Locomoção. Mimetismo, e vários outros fenômenos.

Esta inversão ocorre por causa do tamanho e quantidade de matéria que compõe o corpo do ser. Pois a grande quantidade de matéria em funcionamento tende a diminuir a realização e o aprimoramento das potencialidades.

O mesmo acontece com o tempo de vida, pois numa proporção ao peso do ser, o tempo de vida do maior será sempre menor.

Assim, há um entrave, que se dá nesta fórmula.

1-Vida versus matéria em funcionamento.

2-Potencialidade versus matéria em funcionamento.

E que produz um aprimoramento limitado sempre pela quantidade de matéria.

3-Aprimoramento versus matéria em funcionamento.


4-Limitação pela quantidade de matéria.

Conclusão.
1-À proporção que o organismo cresce ele perde potencial de vitalização.

2- a matéria diminui o potencial vital do ser.

O tempo de vida ocorre na razão inversa da quantidade do corpo [matéria em funcionamento].


Assim, a quantidade de corpo em funcionamento diminui o tempo de vida do ser, número de prole, e quantidade de reproduções.

Isto obedecendo ao princípio da inversão pelo peso.

Nesta inversão uma bactéria, ou formiga vive muito mais do que um elefante.

Esta diminuição também ocorre com todos os fenômenos dentro do ser.

1-Assim, há uma limitação e luta dentro da própria vida. Pois a vida trabalha para ser mais complexa, mas ganha quantidade de matéria aumentando o seu corpo.

2-E isto diminui e limita o próprio aprimoramento da vida.

3-O aprimoramento da vida é limitado pelo próprio aprimoramento da vida ao ampliar o seu corpo e quantidade de matéria em desenvolvimento.

4-A essência da vida é se aprimorar.

5-E ao se aprimorar se limita no seu potencial de aprimoramento.

6-O aprimoramento é o limite de si. Através da ampliação da quantidade de matéria e aumento do corpo.

7-A vida obedece a leis e limitações próprias para seu aprimoramento.


ASSIM, FICA A FÓRMULA.

Desenvolvimento dos organismos complexos = aumento de peso e tamanho =

Diminuição do tempo de vida =
diminuição quantidade e intensidade do funcionamento  vital =
diminuição decrescente de todos os fenômenos e componentes vitais.

Esta inversão de diminuição obedece a uma proporção geométrica.

TODO DESENVOLVIMENTO PAGA O SEU CUSTO.

ASSIM, É OBEDECIDA ESTA ORDEM.


Mais importante que a primazia dos mais fortes é a reprodução e a sexualidade.

Mais importante do que a reprodução é a renovação celular.

O sistema de defesas e ataques.

O sistema de produção de ribossomos.

É o sistema de ativação do sistema de ativação geral do funcionamento vital durante o sono.

É o sistema de direcionamento vital de todo o sistema.

E todo o sistema é de interação e interelacionado entre si e funcional para a produção e aprimoramento da vida.


1-Assim, a vida é uma essência única, e elemento único no universo de elementos de realidades.

2-A vida independe da matéria, mas se desenvolve nela. E a própria matéria serve como limitação ao próprio aprimoramento da vida.

3-A vida tem por essência para se desenvolver – se aprimorar.
 A essência da vida é se aprimorar.



VITALIZAÇÃO.


A renovação de tecidos e de células que se formam e se processam formando pele e órgãos, etc.
A multiplicação celular. A transferência pela reprodução dos genes.
Mostra que é a vida que se reproduz, se renova, transcende e se aprimora.

A vida que está nos seres e células que se reproduz.

Os genes são estruturas processuais em metabolizações interna, e produção de energia pelos ribossomos.



O homem é um ser em vitalização.
É existencial e vitaliza para existir.
A sua vida e existência são regidas por poderes e potencialidades.
É um ser de inconsciência vital.
De racionalidade vital.


NATUREZA VITAL LÓGICA.

A própria natureza tem a sua forma lógica e racional de funcionamento, de aprimoramento e reprodução.

Tudo que o homem faz, realiza ou é o seu universo vital que o determina.

A natureza vital costuma calcular os riscos que o homem e os seres possam passar

 

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